quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Então tá.

Reciprocidade.
...
...
...

Moral: nem sempre rola. Nem sempre você consegue o que quer, nem sempre você consegue oferecer algo.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Pra você saber.

Não é um bom dia para falar de sonhos.
Passei a noite em claro
Vendo meu mais precioso sonho
Esvair-se na bruma da vaidade e do egoísmo.

Não é um bom dia para falar de sonhos.
Saíram hoje, pela janela da minha alma,
Minhas mais sinceras esperanças de afeto
Puro e recíproco
E entrou por ela toda a maledicência 
Que um dia tentaram me fazer engolir,
Mas eu, teimosa, não deixei...

Lembrar do quanto resisti ao mau pendor alheio
Me faz forte, 
Porém, ainda assim... (Triste)
Não é um bom dia para falar de sonhos.

Houve um resquício improvável, que eu não contava...
Baixei a guarda e abri o peito...
Então ele tomou conta.

E nada posso fazer.

Sei o quanto estou aqui,
Estou aqui agora
E estarei até a noite chegar.
Mas realmente não é um bom dia para falar de sonhos.

Moral: Tudo passa. Coisas boas e ruins. Momentos felizes e infelizes.
Decida pelo que lutar. Seu coração e os corações de quem você ama agradecem.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Vou ali errar e já volto.

A vida traz situações pra gente que parecem insuportáveis. A gente pensa que vai pirar, não vai dar conta, que vai fracassar.
Temos vários impedimentos para fazer as coisas à nossa maneira e isso é muito frustrante, já que o "Como seria?" passa a ser um passarinho que faz ninho no nosso ombro e vai com a gente pra todos os lados.

"Como seria" se eu pudesse aplicar o meu nível de cobrança?
"Como seria" se as minhas determinações fossem as definitivas?
"Como seria" se eu não precisasse me submeter às filosofias de vida de outras pessoas?
"Como seria" se as minhas opiniões, experiências de vida e decisões pudessem ser transmitidas sem causarem desconforto ou ciúme?
"Como seria" se eu pudesse fazer do MEU JEITO?

Não dá pra saber como seria. Eu posso imaginar como poderia ser, mas a verdade é que eu não tenho certeza. Poderia dar super certo, ou incrivelmente errado. Um fracasso retumbante.

Moral: Se achar certo o tempo todo não tem como ser algo saudável. É egoísta e egocêntrico. E em algumas situações na vida a gente demora a sentir até onde pode ir. É normal. Cada um tem seu tempo e isso tem que ser preservado. Está permitido errar.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Uma dose de consciência tranquila.

Estamos há meses lidando com uma situação aqui em casa que não nos diz respeito. Ajudamos, nos envolvemos, falamos e isso tem gerado conflitos aqui. Constantes e sérios. Decidimos que isso não é justo, uma vez que o conflito existe aqui, mas por uma vontade externa.
Quando fomos até a fonte causadora da situação para pedir uma solução para o problema, ouvimos que nossa boa intenção não está clara pra pessoa.
"Estamos tentando ajudar desde o começo. Não estamos dificultando nada. E você sabe disso." "Não. Não sei."
Moral: Boa intenção, às vezes, não é suficiente, por mais que você a deixe clara. Meses, anos, uma vida de boa intenção podem não significar nada para pessoas imediatistas e egoístas, mas o que vale mesmo é a sua consciência.
Está certo pra você? Sim. Prejudica alguém? Não. Você tentou ajudar sem interesse? Sim. Já é o suficiente.
A raiva e a desconfiança dos outros são dos outros. Não precisam ser suas.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

"Toma esse creminho aqui."

"Eu reparei mesmo que você engordou... Aconteceu alguma coisa?"
"Cabelo solto, né, amiga?"
"E o que você está fazendo pra essas manchas aí? Não pode deixar não!"
"Você já percebeu as rugas e não está fazendo nada? Tá precisando de algo? Quer ajuda? Toma o telefone da minha dermatologista e fala que eu indiquei você, ela vai te ajudar! Mas marca logo!!!"

Moral: As pessoas vão te impôr certas posturas e padrões. Algumas vezes você vai se magoar, outras não, mas se a pessoa veio até você falar isso, é porque ela se importa. Do contrário, falaria de você pelas costas.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Tá confortável?

Estava sozinha agora, sentada no ponto, esperando o ônibus pra voltar pra casa.
Um rapaz veio se acomodar e não sentou no meu colo por pura física. Sim, ele sentou GRUDADO em mim. E se acomodou. Com o banco ENORME vazio, ele quis se encostar em mim.

Moral: Papais e mamães precisam educar melhor seus filhinhos, para que não se tornem trogloditas esquisitos que quase sentam no nosso colo no ponto de ônibus.

Sentada é bem melhor... [2]

Levantei pra descer do ônibus e a senhora que me olhava com raiva colocou a criança não pagante que estava com ela no lugar que eu estava, a despeito de vários trabalhadores e estudantes pagantes em pé.
Moral: Além das pessoas não saberem seus direitos, não sabem também os seus deveres. Ou fingem que não sabem.

Sentada é bem melhor...

Fui fuzilada com o olhar e acho que tem uma velhinha sentada do meu lado que quer me bater.
Assentos preferenciais em transportes públicos são para pessoas que têm preferência: idosos, gestantes, lactantes e deficientes. Porém, se só tem esses lugares vagos no ônibus e ninguém em pé que se enquadre nestes padrões, qualquer um pode usar nestes assentos.
Eles são PREFERENCIAIS. Ou seja, se chegar alguém de direito para usar o lugar, você LEVANTA E SAI, do contrário você PODE usar o lugar. Ok? Ok!

Moral: As pessoas não sabem seus direitos, porque tem um monte de gente em pé aqui sem necessidade.

domingo, 22 de novembro de 2015

Dormir sentada? Eu, hein.

Antes de ontem eu passei muito mal, com uma azia sem precedentes.
Procurei na internet formas imediatas de melhorar o desconforto e vi que era bom que a cabeça estivesse mais alta que o corpo. Oi? Bora tentar.
Dormi sentada, com o namorado cuidando de mim, senão nem dormir eu teria conseguido.
Acordei com o dia claro, ainda sentada, feliz e com quase nada de dor.

Moral: Nós realmente podemos fazer muitas coisas, mesmo tendo certeza que não conseguimos.

sábado, 21 de novembro de 2015

Oi?

Hoje eu entrei no meu painel do Blogger e descobri que tinha um blog chamado Partes de Poliana.
Não lembro quando fiz, mas constava maio de 2015. Ok.
Troquei tudo e comecei este.

Moral: Uma coisa estranha pode te levar a coisas boas.